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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Accept: "Blind Rage" - O Álbum Mais "Old School" da "Era Tornillo"


"Blind Rage" é o terceiro álbum com Tornillo ao microfone, os alemães seguiram a velha máxima de que "em time que está ganhando não se mexe", e novamente traz Andy Sneap na produção, resultando em mais uma paulada, e este é com certeza o álbum que traz mais do Accept old School, está mais melódico, mas ainda há a pegada mais pesada e moderna desta prolífica fase atual, ou seja, não tem como não entrar direto em várias listas de melhores álbuns! Ok, alguns fãs ainda acham que Accept sem Udo nos vocais não é possível,  mas acredito que são poucos que não reconhecem que Tornillo encaixou bem, que a banda vem lançando grandes trabalhos, e o grupo soube trabalhar bem os clássicos da era Udo nas versões com o atual frontman.


 Andy Sneap, desde o primeiro álbum desta nova era, disse a Wolf Hoffman e Petar Baltes, os principais compositores, que a banda simplesmente precisava soar como o "Accept", ou seja, a lenda germânica possui suas características marcantes, como os riffs de Hoffmann, os coros tradicionais e aquele Heavy Metal Tradicional com marca própria, ora veloz, ora mais cadenciado, com peso e melodia.

O single "Stampede", por exemplo, é uma típica faixa de abertura do Accept, com uma intro na guitarra de Hoffmann, a levada veloz, os coros...está tudo ali! E em "Blind Rage", o álbum, é o que vamos ouvindo, e a cada faixa, cada riff, solo, acada refrão e ao ouvir aqueles coros característicos...é Accept! Os caras são uma instituição já, e se alguém tinha dúvidas quanto ao sucesso dessa nova "encarnação", este terceiro trabalho certamente dissipou; "Dying Breed" (título sugestivo não? Raça em Extinção) mantém a pegada, com elementos do "clássico" Accept e do "novo"; riffs pesados, coros e refrão matadores e pegajosos, assim como a melodia de guitarra no refrão. E como não foi à toa que falei do título, destaque para a letra, que presta tributo a grandes ícones do Metal, alguns, como diz o refrão, são "The last of the dying breed" (Os últimos de uma raça em extinção);


Vamos ouvindo e encontrando todos os elementos que nós fãs adoramos, e como já disse antes, identificando momentos que vão nos remeter à álbuns clássicos da banda nos anos 80, como em "Dark Side of My Heart", que vai numa levada cativante e melódica, lembrando músicas como "Up to the Limit", pelo riff do início, e "London Leather Boys", e as melodias do refrão são daquelas de sair assoviando, já grudam de imediato! "Fall of the Empire", tem uma levada cadenciada e bem melódica também, refrão com os tradicionais coros.

Temos também mais daquelas faixas rápidas também tão características, como "Trail of Tears" e "Final Journey", e também mais dos "hinos" típicos naquele estilo "Metal Heart", "Neon Nights" e "Princess of the Dawn", com grandes refrãos e coros, como "Wanna be Free",  "From the Ashes We Rise" e "The Curse", que elegi como uma das minhas preferidas, melodiosa e cadenciada, com algumas guitarras acústicas, com linhas vocais e melodias realmente cativantes e muito boa letra (onde há mais uma citação em um trecho, onde Tornillo canta "No more Mr. Nice Guy, No More Mr. Right" ), que cito um trechinho: "...Devo ser como os outros, devo desistir da boa luta...é a maldição de ter sido bom, de fazer o certo, o preço que pagamos pela nossa honra".


Excelente. Só pra citar as que faltaram, "200 Years" traz alguns vocais e riffs com efeitos diferente dos usuais do Accept e "Bloodbath Mastermind" começa devagar pra virar uma porrada, bem estilo ao "novo" Accept.
Simplesmente Accept, uma banda com marca e sonoridade próprias. Sem mais meritíssimo!


Texto/Edição: Carlos Garcia
Revisão: Louis Scyfer
Fotos: Divulgação

Ficha Técnica:
Banda: Accept
Álbum: Blind Rage
Ano: 2014
Produção: Andy Sneap
Selo: Nuclear Blast
Estilo: Heavy Metal Tradicional
Outras Informações: "Blind Rage" é o décimo-quarto álbum de estúdio do Accept, o terceiro com Mark Tornillo nos vocais, e está disponível também em versão dupla, contendo DVD com show gravado no Chile. A arte da capa foi elaborada por Daniel Goldsworthy, e traduz o conceito do título, ou seja mostra a besta partindo para cima de nós, em fúria cega, por todo o planeta, quando ligamos a TV, por todo lugar onde andamos, a "fúria cega" está aí, seja na loucura produzida pelo próprio homem ou até pelas catástrofes naturais.


Line up:
Mark Tornillo: Vocais
Wolf Hoffmann: Guitarras
Herman Frank: Guitarras
Peter Baltes: Baixo
Stefan Schwarzmann: Bateria



Canais oficiais:
Site Oficial
Facebook
Youtube







Set List:
01. Stampede
02. Dying Breed
03. Dark Side of My Heart
04. Fall of the Empire
05. Trail of Tears
06. Wanna Be Free
07. 200 Years
08. Bloodbath Mastermind
09. From the Ashes We Rise
10. The Curse
11. Final Journey




domingo, 17 de agosto de 2014

Entrevista: Kalidia - "Escrevemos a Música que Amamos, Sem Prestar Atenção a Rótulos"


Fundado em 2010, a banda Italiana Kalidia lançou em 2012 o primeiro EP, "Dance of the Four Winds", ganhando já um boa repercussão na imprensa especializada. Em 2014, chega ao seu primeiro full-lenght, "Lie's Device", lançado de forma independente, e contando com uma excelente produção, estando agora em plena divulgação desse trabalho, a fim de subir alguns degraus a mais e fixar seu nome no cenário. (Read the English Version Here)

Buscando fazer simplesmente a música que amam, sem prender-se a rótulos, o Kalidia tem uma ideia clara dos seus objetivos e do seu potencial. Conversamos com a voz da banda, a bela Nicoletta Rosellini (que para muitos já é candidata a nova musa do Metal Italiano, fazendo sombra a Cristina Scabbia do Lacuna coil), que nos conta um pouco mais sobre a produção do álbum, o porque de terem escolhido lançá-lo de forma independente, suas influências, o cenário Italiano e mais! Confira a seguir. 

Road to Metal: Uma pergunta que eu gosto de fazer às novas bandas, é o que vocês acreditam que é ou será a sua vantagem ou diferencial para conquistar seu espaço no cenário? 
Nicoletta Rosellini: Primeiro de tudo, eu gostaria de agradecer a você por esta entrevista! Estamos tentando alcançar o nosso próprio espaço, ser nós mesmos: escrever canções melódicas, usando minha voz aguda, moderna, e não tão alta (há muitos cantores operísticos, na minha opinião) e sendo muito atenciosos com os fãs e simpatizantes. 


RtM: Eu gostaria que você nos contasse um pouco sobre a produção do álbum, que foi feita por Alessio Lucatti. O que os levou a escolher Alessio fazer a produção e o que ele acrescentou em termos de idéias e na sonoridade da banda? 
Nicoletta Rosellini: Nós nos conhecemos em 2012, quando a nossa colaboração e amizade começou. Eu considero o encontro com Alessio o ponto de virada da nossa carreira: ele trabalhou duro com a gente e nos ensinou muito. Ele nos deu a oportunidade de mostrar o que podemos fazer e eu, pessoalmente, devo muito a ele. 
Foi uma decisão natural  tê-lo a na produção do nosso álbum, nunca pensamos sobre isso, apenas sabíamos. 

RtM: Em "Harbinger of Serenity" há a participação de Andrea Racco, em um dueto poderoso com você. E "In Black and White", temos Alessandro Lucatti. Conte-nos mais sobre a ideia de convidá-los, e um pouco mais sobre essas músicas e a participação de ambos. 
Nicoletta Rosellini: Andrea, Alessandro e Alessio são da banda de power-prog Etherna; e dividimos o palco com eles muitas vezes e nos tornamos bons amigos com o passar dos anos.
Quando eu estava gravando "Harbinger of Serenity", percebi que a música precisava de algumas vozes ásperas, acompanhando os riffs de guitarra que eram fortes; Eu não tive dúvida, Andrea foi o vocalista certo. Quando ouvi sua gravação pela primeira vez, fiquei surpresa! Com Alessandro, as coisas foram mais como "Hey! Vamos fazer algo juntos ", durante uma de suas visitas ao estúdio de seu irmão. 


RtM: Ouvindo o álbum, e eu comentei com você, não podemos colocar um rótulo no som da banda, porque você mistura Heavy Metal clássico, com um toque de power metal, com muita melodia e Symphonic Metal. Em "Lie's Device" (Dispositivo de Mentir) vocês acreditam ter conseguido chegar onde pensavam em termos de som, a sua identidade? 
Nicoletta Rosellini: Eu acho que há ainda mais espaço para melhorias, mas nós gostamos do que fizemos; nós não focamos em um gênero, e sim deixamos a nossa inspiração fluir. É por isso que há algumas influências diferentes em nosso trabalho. Nós escrevemos a música que amamos, sem prestar atenção aos rótulos. 

RtM: Sobre a "identidade do Kalidia", eu acho que a música "The Lost Mariner" traduz bem o que é essa identidade. Heavy Metal sinfônico e melódico, e seu diferenciado e belo vocal. Poderia comentar um pouco mais sobre esta afirmação e sobre esta canção? 
Nicoletta Rosellini: "The Lost Mariner" foi a primeira música que compusemos, por de volta em 2011, e estamos muito ligados a ela. Eu acho que ela representa o Kalidia bem: é uma grande mistura de força, melodia e linhas vocais cativantes. 
A letra foi inspirada no poema Inglês "A Balada do Velho Marinheiro" por ST Coleridge. 


RtM: A canção-título, "Lie's Device" (Dispositivo de Mentir), é também um bom exemplo da sonoridade do Kalidia. O riff inicial me lembrou algo do Metal clássico, tipo Rainbow; há peças sinfônicas e melódicas e letras fortes. Você pode nos falar mais sobre essa música, suas letras e por que vocês a escolheram para ser a faixa-título? 
Nicoletta Rosellini: "Lie's Device" foi uma das últimas músicas que trabalhamos; escolhemos para ser a faixa-título, pois mostra muitos tons de nossas influências: Power, Progressivo e excelente trabalho de teclado. Além disso, o título soa incomum e seu tema nos deu a ideia descrita na capa (Onde há diversas pessoas em frente a uma espécie de roleta, com várias máscaras). A canção (Lie's Device) explora o tema da máscara de Pirandello: todo mundo é obrigado a usar uma máscara e ser o que os outros querem. 


RTM: "Dollhouse (Labyrinth of Thoughts)," é uma música bonita e melódica, e além de "The Lost Mariner", é um dos meus favoritos. O senhor poderia comentar mais sobre essa música também? 
Nicoletta Rosellini: "Dollhouse" foi a primeira música que compusemos após o lançamento do nosso demo-EP,  "Dance of the Four Winds"; é mais rock e menos pesada. Ela também mostra um pouco do meu registro mais grave, que eu adoro. A letra foi inspirada pela série de TV "Dollhouse". 

RtM: E Nicoletta, falando sobre sua voz, eu realmente gostei do que ouvi. Você tem uma voz diferente daquelas vocalistas que usam mais a voz soprano, você tem uma voz forte e limpa, mas sem perder a feminilidade, também diferente de vocalistas que usam nuances mais masculinas, como Doro ou Leather Leone. Fale um pouco sobre suas influências e como você começou esta jornada na música e no Heavy Metal? 
Nicoletta Rosellini: Antes de tomar qualquer lição, eu comecei a minha carreira aos 16 anos, com uma banda de hard rock, onde eu costumava cantar alguns covers de Deep Purple, Guns 'n Roses, Free; Depois disso, eu comecei a tomar algumas lições profissionais e eu também experimentei algumas técnicas de ópera (Eu admito, como quase todas as metalheads adolescentes, fui vítima da Tarja), mas, felizmente, decidi me concentrar nos vocais modernos. 

Acho que o que me faz diferente é o meu background musical: Eu não sou uma fã "die hard" de bandas lideradas por vocais femininos (mesmo que goste de bandas como Delain, Xandria, Within Temptation e Nightwish com Anette Olzon), eu prefiro vozes masculinas "quentes". Inspiro-me principalmente em Roy Khan (ex-Kamelot), Fabio Lione (Rhapsody, Vision Divine), Jorn Lande, Joacim Cans (Hammerfall). 


RTM: Vocês estão lançando seu debut, "Lie's Device", de forma independente. Qual é a razão desta opção? Quais as vantagens e desvantagens de lançar um trabalho de forma independente? 
Nicoletta Rosellini: Enviamos nosso material promocional para muitos selos diferentes e recebemos algumas ofertas, mas nenhuma delas nos satisfez. Eu, pessoalmente, acho que hoje em dia os contratos de pequenos selos são para pessoas preguiçosas, eles pedem-lhe dinheiro para coisas e promoção que você pode fazer por si mesmo. 

RtM: Você acredita que, conforme o caso pode ser mais prático lançar um álbum independente do que estar em uma gravadora e não ter a devida atenção, porque também pode haver muitas bandas no cast da gravadora, e também há tratamento diferente para alguns grupos ? 
Nicoletta Rosellini: Como uma banda independente, somos totalmente livres para fazer o que queremos com a nossa música e tomar nossas próprias decisões sobre o nosso caminho; também cada álbum vendido é 100% revertido para a banda; a desvantagem de ser independente é que você tem que cuidar pessoalmente de tudo, mas eu posso lidar com isso. 
Além disso, eu vejo muitas bandas com um contrato com gravadora serem deixadas por conta própria depois que eles pagaram para o negócio; os selos lançam seu álbum, fazem uma pequena promoção e isso é tudo. Eu acho que estamos conquistando mais do que essas bandas. 


RtM: E como você vê a situação atual do cenário na Itália? Além do Kalidia, que outras bandas você acha que podem chegar em um nível de bandas como Rhapsody ou Lacuna Coil, inclusive em termos de popularidade? 
Nicoletta Rosellini: Na Itália, temos muitas bandas underground talentosas, mas, durante a última década, tornou-se muito difícil  ganhar algum espaço nesse cenário saturado. 
Na minha opinião pessoal, os motivos são dois: de um lado, grandes gravadoras não estão prestando muita atenção para os recém-chegados, e os pequenos selos não estão fazendo uma grande promoção; Por outro lado, as pessoas não estão apoiando as bandas, em nosso país, não é raro encontrar apenas alguns frequentadores em concertos undergrounds em locais precários. 
Acho que nenhuma outra banda chegará a popularidade do Rhapsody ou Lacuna Coil, mas temos algumas bandas de power-prog excelentes, como o Vision Divine, Labirinth, DGM, Kaledon, 4th Dimension, Derdian, Ancient Bards. 


RtM: Bem, obrigado pela sua atenção, espero que em breve ver Kalidia ganhando mais e mais fãs e levantando vôos mais altos. Agora, eu deixo o espaço para sua mensagem para os fãs e leitores! 
Nicoletta Rosellini: Obrigado pela entrevista! Eu gostaria de agradecer a todas as pessoas que nos apoiam: esperamos encontrar todos vocês em turnê, um dia! Fique ligado nas nossas páginas sociais para mais novidades. Ciao!


Entrevista: Carlos Garcia
Fotos: Arquivo cedido pela banda e divulgação 

O Kalídia é:
Nicoletta Rosellini: Vocais
Federico Paolini: Guitarras
Nicola Azzola: Teclados
Roberto Donati: Baixo
Gabriele Basile: Bateria


Adquira o CD:





Canais oficiais:
















Interview: Kalidia - "We Write Music We Love, Without Paying Attention to the Labels"


Founded in 2010, the Italian band Kalidia releasedd in 2012 the first EP, "Dance of the Four Winds", already earning a good impact in the specialized press. In 2014, reaches your first full-length, "Lie's Device", released independently, and relying on an excellent production, now standing in full disclosure of this work, in order to climb a few steps further and establish your name in the scenario . (read the portuguese version here)


Simply trying to make the music they love, without labels or sub-genres, the Kalidia have a clear idea of their goals and potential. We talk with the voice of the band, the beautiful Nicoletta Rosellini (which for many is already candidate a future new muse of Italian Metal, following the example of Cristina Scabbia from Lacuna Coil), who tells us a little more about the production of the album, the causes of have chosen to release it independently, their influences, the Italian scene and more! Check out.


Road to Metal: One question I like to do for new bands, it's what you believe is or will be your advantage or differential to conquer your space in the scenario?
Nicoletta Rosellini: First of all, I'd like to thank you for this interview! We're trying to achieve our own space being ourselves: writing melodic songs, using my modern and not so high pitched voice (too many operatic singers, in my opinion) and being very friendly with fans and supporters.



RtM: I would like you tell us a little about the album’s production, it has been produced by Alessio Lucatti. What led you to choose Alessio to do the production and what he added in terms of ideas and in the band’s sonority?
Nicoletta Rosellini: We met in 2012, when our collaboration and friendship started. I consider the meeting with Alessio the turning point of our career: he worked hard with us and taught us a lot. He gave us the opportunity to show what we can do and I personally owe him a lot.
It was a natural decision to have him doing the production of our album, we never thought about it, we just knew.

RtM: In “Harbinger of Serenity” you had the participation of Andrea Racco, featuring a powerful duet with you. And “In Black And White”, you had Alessandro Lucatti. Tell us more about the idea to invite them, and a little more about this songs and the participation of both.
Nicoletta Rosellini: Andrea, Alessandro and Alessio are from the power-prog band Etherna; we shared the stage with them many times and we became very good friends during the years.
When I was recording “Harbinger of Serenity”, I realized the song need some rough vocals since the guitar riffs were strong; I had no doubt, Andrea was the right vocalist. When I heard his recording for the first time, I was astonished! With Alessandro, things went more like “Hey! Let's do something together”, during one of his visit to his brother's studio.



RtM: Listening to the album, and i've commented with you, we cannot put a label on the band's sound, because you blend classic Heavy Metal, with a touch of power metal, with lots of melody and Symphonic Metal. In "Lie's Device" do you believe have managed to get where you thought in terms of sound, to have an identity?
Nicoletta Rosellini: I think there's still more room for improvements, but we like what we've done; we didn't focused on one genre but we let our inspiration flow. That's why there are some different influences in our work. We write music we love, without paying attention to the labels

RtM: About the “Kalidia’s identity”, I think the song “The Lost Mariner” translates well what is that identity. Heavy Metal symphonic and melodic, and a distinct and your beautiful voice.Would you comment a little more about this affirmation and about this song?
Nicoletta Rosellini: “The Lost Mariner” was the first song we composed, back in 2011, and we are very attached to it. I think it represents Kalidia well: it's a great mix of power, melody and catchy vocal lines.
The lyrics were inspired by the English poem “The Rime of the Ancient Mariner” by S. T. Coleridge.

RtM: The title song, “Lie’s Device”, is also a good example of Kalidia’s sound. The initial riff reminded me that Classic Metal like Rainbow, there are symphonic and melodic parts, and strong lyrics. Would you tell us more about this song, your lyrics and why did you choose it to be the title track?
Nicoletta Rosellini: “Lies' Device” was one of the last songs we worked; we chose it to be the title track because it shows many shades of our influences: power, progressive and some excellent keys work. Also, its title sounds unusual and its theme give us the idea of the artwork. The song explores Pirandello's mask theme: everyone in the world is forced to wear a mask and be what others want.



Rtm: “Dollhouse (Labyrinth of Thoughts)”, is a beautiful and melodic song, and besides “The Lost Mariner”, is one of my favorites. Could you comment more about this song too?
Nicoletta Rosellini: “Dollhouse” was the first song we composed after the released of our demo-EP “Dance of the Four Winds”; it's more rock and less heavy. It also show some of my lowest range, which I love.
The lyrics were inspired by the TV-Serie “Dollhouse”.

RtM: And Nicoletta, talking about your voice, I really enjoyed what I heard. You have a different voice of those vocalists who use more of that soprano voice, you have a strong and clean voice, but without losing femininity, also different of vocalists who use more masculine nuances, like Doro and Leather Leone. Talk a little about your influences and how you began this journey in music and Heavy Metal?
Nicoletta Rosellini: Before taking any lessons, I begin my career at 16 years old, with an hard rock band where I used to sing some covers of Deep Purple, Guns 'n Roses, Free; after that, I started taking some professional lessons and I also experienced some operatic techniques (I admits, as almost every teenage metalhead, I was a Tarja's victim) but, fortunately, I decided to focus on modern vocals. 

I think what make me different is my musical background: I'm not an hard-die fan of female fronted band (even if I like band like Delain, Xandria, Within Temptation and Anette Olzon's Nightwish), I prefer warm-male voices. I take my inspiration mainly from Roy Khan (ex-Kamelot), Fabio Lione (Rhapsody, Vision Divine), Jorn Lande, Joacim Cans (Hammerfall).



RTM: You are now releasing your debut, “Lie’s Device”, in an independent manner. Which is the reason of this option? What advantages and disadvantages to release in an independent manner?
Nicoletta Rosellini: We sent our promo material to many different labels and we received some offers, but none of them satisfied us. I personally think that nowadays small-label contracts are for lazy people: they ask you money for things and promotion you can do by yourself. 

RtM: Do you believe, as the case may be more practical to release an independent album than being on a label and not having the proper attention, because there are many bands in the cast of the label, and also the different treatment for some groups?
Nicoletta Rosellini: As a independent band, we are totally free to do what we want we our music and take our own decisions about our path; also every album sold is 100% founding the band; the downside of being independent is that you have to personally take care of everything, but I can handle it.
Also, I see many bands with a label-contract being left alone after they paid for the deal; the labels release their album, do some small promotion and that's all. I think we are achieving more than those bands.


RtM: And as you see the current situation of the scenario in Italy? Besides Kalidia, what other bands do you think will reach a level of bands like Rhapsody or Lacuna Coil reached, even in terms of popularity?
In Italy, we have many talented underground bands but, during the last decade, it has become very hard to gain some space in this saturated scenario. 
Nicoletta Rosellini: In my personal opinion, the reasons are two: on one side, big labels are not paying to much attention on newcomers band and the small ones are not doing great promotion; on the other side, people are not supporting the bands: in our country, it's not unusual to find just few attenders at worthy local underground concerts. 
I think no other band will reach the popularity of Rhapsody or Lacuna Coil, but we have some great power-prog bands, like Vision Divine, Labyrinth, DGM, Kaledon, 4th Dimension, Derdian, Ancient Bards.

RtM: Well, thanks for your attention, hopefully soon see Kalidia winning more and more fans and lifting higher flights. Now, I let the space for your message to the fans and readers!
Nicoletta Rosellini: Thank you for this interview! I'd like to thank all the people who support us: we hope to meet all of you on tour, one day! Stay tuned on our social pages for more news. Cheers from Italy!



Interview by: Carlos Garcia
Photos: files ceded by the band/band's press release




Kalídia:
Nicoletta Rosellini: Vocais
Federico Paolini: Guitarras
Nicola Azzola: Teclados
Roberto Donati: Baixo
Gabriele Basile: Bateria

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Entrevista: Vulcano - Sem se Prender ao Passado



Um dos pioneiros do Metal extremo no Brasil e América Latina, iniciando a atividade em meados dos anos 80, o Vulcano já deixou sua marca, tendo importante destaque na história do Metal nacional, mas apesar desse glorioso passado, a banda, apesar de alguns anos de "hibernação", não se prendeu a esses tempos idos, e segue em frente, lançando novos álbuns (inclusive com vários lançamentos num espaço relativamente curto!), alcançando novas conquistas e angariando novos fãs.

Conversamos com Zhema Rodero, membro fundador e uma das lendas vivas do Metal brasileiro, para nos contar um pouco de história, falar sobre os recentes lançamentos e muito mais. Confira a seguir!


Road to Metal: A Vulcano é considerada por muitos como a primeira banda de Metal extremo do Brasil/América Latina por ter surgido bem no começo dos anos 80. O fato de ser pioneira num terreno em que o Brasil veio a se tornar uma das fortes referências mundiais (incluindo grupos como Sarcófago, Sepultura e Krisiun) é algo a que se orgulhar ou você pensa que as bandas que surgem hoje tem mais apoio?
Zhema: Claro! Temos esse sentimento de orgulho por sermos reconhecidos como uma referência. É certo que surgimos em uma época diferenciada onde quase tudo era novidade, e de certa forma isso contribuiu para nos posicionar entre os pioneiros. Atualmente existem outras condições que propiciam mais oportunidades à todos, porém essas oportunidades são as mesmas para todas as bandas, por isso eu acredito que não se pode viver do passado. Não renego o passado de maneira alguma, mas também não fico preso nele.

Road to Metal: Falando em reconhecimento internacional, a banda foi confirmada na 12ª edição do festival Maryland Deathfest em maio de 2015 em Baltimore (Estados Unidos). Como se deu o convite e quais as expectativas para essa apresentação por lá?
Zhema: Eu recebi um convite do Evan, um dos organizadores, em junho e tentei emendar uma turnê maior por lá, porém eles queriam exclusividade, ou seja, nos contratariam para apenas aquele festival, não poderemos tocar nessa época em outros shows por lá. Mas não vejo nenhum problema afinal o MDF é o maior festival de bandas “out of mainstream” no Estados Unidos. Tocaremos ao lado de Sodom, Bulldozer, Napalm Death, Metal Church, Master, etc, etc... a expectativa é muito grande e vamos preparar um ótimo repertório para esse evento.



Road to Metal: A banda vem numa sequência de vários lançamentos, sendo que "The Man, The Key, The Beast", lançado ano passado foi muito bem aceito tanto pela mídia especializada quanto pelos fãs. Além disso, o relançamento de material mais antigo do grupo. Atualmente, a banda vem divulgar “Wholly Wicked”, segundo álbum em apenas dois anos. Conte-nos um pouco sobre o disco: como foi compô-lo, qual sua temática, quem trabalhou na produção, etc.
Zhema:“Wholly Wicked” é um álbum excelente, intenso e poderoso sonoramente falando. Ele tem um tema central que está implícito no título. Eu vinha trabalhando no “The Man, The Key, The Beast” desde janeiro de 2013 e em Abril ele foi lançado. Na mesma semana do lançamento nós viajamos para a Europa para a “Thunder Metal Tour”.

Quando voltamos em junho, tive a sensação que estava ocioso demais e comecei a trabalhar nas músicas que viriam a ser o “Wholly Wicked”, porém em uma organização que fiz em minha garagem achei uns textos que haviamos escrito há pelo menos uns 14 anos atrás e comecei a trabalhar neles também e quando me dei conta eu estava com dois álbuns prontos! Começamos a gravar em janeiro e no começo demorou um pouco pois eu estava gravando dois álbuns ao mesmo tempo e isso estava me prejudicando, então foquei no “Wholly Wicked” e depois no “The Awakening an Ancient and Wicked Soul”.  


Road to Metal: Se você fosse fazer uma avaliação de todos os anos de carreira, que decisões gostaria de ter tomado de forma diferente e que talvez mudassem a história da banda?
Zhema: É dificil responder isso, acredite! Eu estou satisfeito com o VULCANO nos dias de hoje. Afinal eu tenho dúvidas de como seria se eu tivesse aceito um convite da Godly Records USA para lançar um álbum inédito através deles em 1987. Esses caras foram os responsáveis pela implantação da RoadRunner na América naquela mesma época. O que poderia ter acontecido? Não sei! Então voltando a primeira parte de sua pergunta, eu penso que não pararia a banda por 14 anos, continuaria a fazer álbuns e então estaríamos atualmente como uma discografia bem maior. Agora se isso ia mudar a banda, não sei!

Road to Metal: Claro que a essência continua, mas quais seriam as principais diferenças do Vulcano do início de carreira e o dos dias atuais?
Zhema: Éramos cinco jovens com muita vontade e pouco habilidade, hoje somos quatro senhores com a mesma vontade, porém com muita habilidade.



Road to Metal: Qual a sua opinião a respeito da cena atual do Metal brasileiro? Há muitas discussões sobre o público, produtores e até bandas darem mais valor a grupos de fora, e inclusive algumas bandas mudando o direcionamento para seguir tendências e inclusive copiando algumas bandas de fora.
Zhema: Esta cena um tanto desgastada com relação ao prestígio que se dá para bandas Brasileiras e bandas estrangeiras se traduz na bilheteria dos Promotores de shows. Por algum motivo que realmente eu não compreendo já vi promotor trabalhar duro, preparar um festival de bandas nacionais, fazer a divulgação, colocar dinheiro do bolso, pedir dinheiro emprestado pros pais para bancar a divulgação, fazer e refazer as contas e finalmente ficar na expectativa de juntar pelo menos 200 pessoas, pois esse é o “break even point” que não dará lucro, mas também não trará prejuízo. 

Chega o dia e a hora do evento e não aparecem essas 200 pessoas. Prejuízo e contas para pagar. Se esse mesmo promotor contratasse um músico estrangeiro, por exemplo, o baixista de uma banda “das” antigas que só tocou em um álbum apenas e que viria sozinho, chegando aqui montava uma banda com músicos brasileiros que tocam em bandas “cover” e manda um repertório da banda que ele tocou, pronto! Sucesso! Casa cheia! Isso eu não entendo! 

Olha esse fato que aconteceu comigo, fui assistir um festival de Metal em São Paulo, cinco bandas autorais e muito boas por sinal, ao terminar o evento paguei minha comanda, estou saíndo do local e vejo uma enorme fila, muito grande mesmo, esperando para entrar. Tinha mais gente na fila do que tinha no evento. Nesta fila uns três amigos de Santos, então eu disse... “chegaram atrasados...” um me respondeu:  “não viemos ver o “Cover do Metallica”. Dá para entender?


Road to Metal: Ainda quanto ao que citamos de algumas bandas seguirem tendências, abrindo mão de uma identidade, alguma vez houve pessoas que tentaram sugerir ou convencer vocês de adotar mudanças na sonoridade ou outros aspectos a fim de atingir outros mercados ou ser mais "vendável"?
Zhema: Não cara isso nunca aconteceu, mesmo porque o VULCANO sempre foi uma banda independente. Nunca tivemos uma gravadora, um empresário ou um contrato. Sempre fomos independentes, mesmo os álbuns lançados pela Rock Brigade, no início e Cogumelo em seguida, foram produções independentes licenciadas para essas empresas.

Essa coisa de preparar um banda para o sucesso é uma armadilha porque, ou você tem um talento e gosta do que faz ou você tem talento e não gosta do que faz ou você não tem nenhum e nem outro. 

Não se cria talento e quem tem talento não precisa estar sob o comando de empresários ou produtores, etc. É muito mais fácil uma banda mediana, mas que realmente gosta da música que está fazendo, chegar a um relativo sucesso do que uma banda virtuosa “fake”.



Road to Metal: Você ouve bandas recentes do cenário brasileiro e mundial? O que tem chamado a atenção e quais bandas, pelo que você ouviu, tem tudo para fazer história ao longo das décadas, a exemplo da Vulcano?
Zhema: Sim, eu procuro ouvir tudo que me chega em mãos ou que alguém me apresenta como sendo interessante, mas sinceramente para minha coleção, meu carro e meu “mp3 device”, continuam indo os de sempre. Tem muita boa, mas também tem muita banda com construções musicais que não me agradam. Eu ainda sou aquele que não aceitou a geração Metallica e depois Pantera. Não adianta, meus ouvidos não se acostumam que esse estilo, sinto muito!

Road to Metal: Foram 15 anos sem lançar material, até que a banda chegou em 2004 com “Tales From the Black Book”. Por que decidiram lançar novo material nos anos 2000 e o que motivou que na sequência dos anos novos trabalhos viessem, como “Five Skulls And One Chalice” (2009) e “Drowning in Blood” (2011)?
Zhema: No ano de 1999 o Soto Jr. Guitarrista no LIVE! e “Bloody Vengeance” insistiu muito para uma reunião da banda novamente e chegamos a fazer isso algumas vezes que culminou em alguns shows. Infelizmente ele morreu em 2001. Hibernamos novamente, mas eu sempre achava que se uma banda quer retornar das cinzas deveria mostrar um trabalho inédito, não poderia ficar vivendo de história e então em 2003 eu comecei a escrever o “Tales from the Black Book” e criei um selo para esse lançamento chamado “Renegados Records”. Ocorreu que o álbum foi um sucesso com versões Brasileira, Chilena, Suéca e Alemã em vinil. Os demais álbuns vieram como uma sequência natural das coisas, ou seja a aceitabilidade do “Tales...” e a continuidade do VULCANO.


Road to Metal: Considerando a experiência que a banda possui o que pode dizer que é necessário para um grupo de Thrash/Death Metal conseguir um lugar ao sol neste período em que há maior difusão da música via internet (bandas que mal lançaram EP podem ser ouvidas em todo o mundo)?
Zhema: Shows, shows e shows!! Tem que tocar ao vivo para mais pessoas que puder, porque é lá, em cima do palco, que você poderá mostrar sua verdadeira música e empolgar a plateia que futuramente virão a se tornar seus fãs.

Road to Metal: Há dois novos lançamentos previstos para este ano: “Live II - Stockholm Stormed” e “The Awakening of an Ancient and Wicked Soul – A Trilogy”. O que podemos esperar deles e o que você pode nos adiantar deles?
Zhema: O Live II contém o show inteiro na capital Suéca e mostra como soa o VULCANO no palco. Um álbum energético, rápido, bem gravado e dá seu recado para aqueles que ainda não puderam ver o VULCANO ao vivo. “The Awakening of an Ancient and Wicked Soul” é a trilha sonora de um livro. Na verdade são três textos interligados pelo mesmo assunto os quais foram musicados de acordo com suas propostas. Musicalmente falando, este EP tem arranjos diferenciados explorando intervalos de trítono tanto nos acordes como nas vozes dos instrumentos e mantendo-se na mesma linha do “Wholly Wicked”, mesclado com sonoridades que me influenciaram como guitarrista.  



Road to Metal: Agradecemos pela atenção e oportunidade. Deixamos este espaço para sua mensagem final nesta entrevista, na certeza de que não será a última.
Zhema: Também agradeço a oportunidade desta entrevista e acrescento que o VULCANO está fazendo uma turnê Sul Americana de uma forma um pouco diferente da convencional, estivemos em Lima e esta semana partimos para dois concertos no Chile, vamos voltar ao Peru, Arequipa em novembro seguindo para La Paz e no inicio do ano Assunción no Paraguay. 

Este formato de turnê, “picado” foi o que encontramos como melhor logística dado que também temos nossos trabalhos normais. E a quarta turnê Européia começa dia 30 de Setembro próximo, até lá esperamos que o Live II já tenha sido lançado e que o “The Awakening of an Ancient and Wicked Soul” esteja na fábrica.
Agradeço também aos leitores por dispender um tempo na leitura desta entrevista!

Keep Banging!

Entrevista: Carlos Garcia e Eduardo Cadore
Edição/Revisão: Carlos Garcia

Acesse os canais oficiais da banda:








terça-feira, 12 de agosto de 2014

Angra: Retorno à Porto Alegre para Apresentação de seu Novo Baterista


Vinte e três anos de idade é um período definitivo, muitas decisões a serem tomadas que podem mudar o sentido de toda a vida ou da carreira. Pra quem saiu cedo de casa e aprendeu a fazer tudo sozinho, já fica um pouco mais fácil tomar essas decisões.

Quando se chega nessa idade tendo passado por grande mudança, dificuldade e amadurecimento, tomar algumas decisões não é tão difícil assim. Na maioria das vezes, pouco resta a decidir a não ser administrar o tempo entre produzir novos materiais e conduzir o seu legado aos quatro cantos do mundo.

Primeira foto oficial da atual formação, já com Bruno nas baquetas (segundo da esq.p/dir.)

Nesse clima o Angra, na ativa desde 1991, vem a Porto Alegre trazer toda essa experiência para incendiar em mais uma noitada e mostrar porque o Bruno Valverde foi escolhido para ser o novo baterista da banda.

Atualmente o grupo encontra-se em fase de produção e concretização do novo álbum, então a resposta da pergunta que fica no ar é:

- Sim, Porto Alegre terá mais uma fatia na comemoração dos 20 anos do álbum “Angels Cry”.

Ao menos até anunciarem oficialmente a nova turnê do trabalho ainda em conclusão.


Desta vez quem está trazendo o Angra é a Pisca Produtora com a parceria da Opinião Produtora. Kiko Loureiro, diretamente da Suécia, fez um vídeo convocando os fãs para o show que acontece no dia 28 de Setembro de 2014, em Porto Alegre no Bar Opinião.


Vídeo: http://youtu.be/hWdwIAHvlgU

Assista a apresentação completa da nova formação no Hellfest Festival (França) aqui.

Formação atual:
Fabio Lione (Vocal)
Rafael Bittencourt (Guitarra)
Kiko Loureiro (Guitarra)
Felipe Andreoli (Baixo)
Bruno Valverde (Bateria/Percussão)


Mas não te perde nas coordenadas!




Pisca Produtora & Opinião orgulhosamente apresentam:
ANGRA

"Em Porto Alegre/RS"
Dia: 28 de Setembro, domingo, 20h.

Local: Bar Opinião -- Rua José do Patrocínio, 834 -- Cidade Baixa.
Ingressos:

1° lote - R$ 50,00. (ESGOTADOS)
2° lote - R$ 60,00.
3° lote - R$ 70,00.
4° lote - R$ 80,00.
5°lote -- R$ 90,00.
Na hora a definir.


Pontos de venda:
- Lojas Multisom: Shopping Iguatemi, Praia de Belas, Moinhos, Total, BarraShopping Sul, Bourbon Ipiranga, Bourbon Wallig, Andradas 1001.
Shopping Canoas, Bourbon São Leopoldo e Bourbon Novo Hamburgo.
- A Place (Voluntários da Pátria, 294 - loja 150 -- Centro). Fone: (51) 3213-8150.
- Zeppelin (Marechal Floriano, 185 - loja 209. Galeria luza -- Centro). Fone: (51) 3224-0668.

Classificação etária: 14 anos.
Informações: (51) 3211.2838 -- pisca@pisca.com.br -- www.pisca.com.br
Produção: Pisca Produtora & Opinião.

Texto: Uillian Vargas
Edição/revisão: Renato Sanson

domingo, 10 de agosto de 2014

Dave Lombardo em Porto Alegre/RS! Impossível Não Gritar SLAAAAAYYYERRRR! (Realização: Abstratti Produtora)


Recentemente Porto Alegre esteve na boca do mundo e recebeu a visita de milhares de turistas. Pessoas vieram de diversas partes do mundo para presenciar a maior festa do esporte. Pois bem, esses dias passaram e a final da copa do mundo, para o público Metalhead, ainda está por vir.

Nem Workshop, nem show, muito menos work e para a maioria significa tudo isso ao mesmo tempo. Um dos maiores ícones do Thrash Metal, Dave Lombardo, já desembarcou no Brasil para 10 apresentações em solo brazuca, certamente Porto Alegre terá sua honorável chance de hospedar o mestre. Dave é uma referência e um exemplo a ser seguido para (não só) todos os bateristas MetalHeads da atualidade. Sua carreira e grandeza procedem ao ponto de se consolidar sem o auxílio de predicados grupais, mas é inevitável não conectar a imagem de Lombardo ao Slayer. Dez serão os dias de apresentações pelo Brasil e eis que, dez também é o número mínimo de discos em estúdio que Lombardo esteve no comando da bateria com o Slayer. É dele também, a bateria do inesquecível “The Gathering” com o Testament. Entre outras já gravou com Sepultura, Grip Inc., Fantômas, Voodoocult, Apocalyptica e atualmente na Philm, segue edificando o seu legado imortal.

Poucas figuras no Metal são elevadas a categoria do endeusamento, menos ainda são as que vivas conseguem subir nesse ranking. Deus, Mestre, ídolo, padrinho do bumbo duplo ou “muso” inspirador, o título deixo ao seu encargo. O fato é que, dia 30 de Agosto o cubano David Lombardo estará entre nós em Porto Alegre, a apresentação acontece no Bar Opinião.

Esse alinhamento estelar só foi possível através da parceria entre Ludwig-Musser Drums and Percussion, da Rádio Rock Freeday e Abstratti Produtora.

Pós-réveillon, Pós-Carnaval e foi-se Copa do Mundo, para universo subterrâneo do Metal, podemos dizer com propriedade agora:

 -Seja (dez vezes) bem vindo 2014!




Informações:
Local: (Rua José do Patrocínio, 834)
Quando: Sábado, 30 de agosto.

Horários
18h – abertura da casa
19h – Renato Siqueira (It's All Red)
Francis Cassol (Scelerata)
Eduardo Baldo (Hibria)
20h – Dave Lombardo

Ingressos
R$ 80,00

Pontos de venda
Online
www.ticketbrasil.com.br (em até 12x no cartão)

Lojas
Mil Sons – Rua Cel. Vicente, 412. Fone: (51) 3286-1111
Mil Sons – Shopping Bourbon Wallig, loja 263. Fone: (51) 3013-757
A Place – Voluntários da Pátria, 294 – loja 150. Fone: (51) 3213-8150
Zeppelin – Marechal Floriano, 185 – loja 209 da Galeria Luza. Fone: (51) 3224-0668

* Será expressamente proibida a entrada de câmeras fotográficas profissionais e semiprofissionais, bem como filmadoras de qualquer tipo.

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.

CENSURA LIVRE
Links:
Workshop com Dave Lombardo (ex baterista do Slayer)

Rádio Rock Freeday

Dave Lombardo

Ludwig-Musser Drums and Percussion

Texto: Uillian Vargas
Edição/revisão: Renato Sanson